Correr riscos e mudanças constante, é assim que vivo minha vida

Para encontrar meu animus necessito estar disposta a expor minha anima. Correr este risco vale a pena? Eu acredito que sim… Qualquer risco vale a pena, pois trazem um sentimento intenso que pulsam pelas minhas veias, tornando-me viva a cada descarga de energia que meu coração transmite ao meu corpo. Agora, correr um risco para encontrar a “ultimate happiness” é o dever de cada ser humano para consigo mesmo.

Qual o real benefício que a acomodação pode trazer? Como uma pessoa pode alcançar o supraconsciente mantendo-se estático? A mudança traz o risco da desestruturação (e reestruturação), de sair da sua zona de conforto afim de avaliar sua vida com o olhar crítico necessário de um telespectador, traz um rico de sofrer e de estar vulnerável e ter que olhar para o espelho que reflete sua anima/animus e não encontrar nada, senão um vazio. Colocar-se vulnerável traz um risco de dor, num primeiro momento; mas permitir-se passar por um possível período de conflito interno, pode conhecer melhor a si mesmo e estar em um outro patamar, estar a frente… Pois você conhece a sua alma! Conhecer a si mesmo e permitir que a mudança e o desconhecido não lhe amedronte, muito pelo contrário, o atraia, é o melhor que pode fazer a si mesmo. O desconhecido traz edificação interna.

O conceito de “poder ir mais além” (e “estar mais além”) e ter a consciência de que cada questionamento que faz e a cada risco que corre, você é maior e mais grandioso que os outros ao seu redor… Você se coloca em um nível de maturidade imensa. “Poder ir mais além” traz a vida para a alma e alegria e paz para o espírito; podendo sacudir o mundo estático e atual em que vivemos e quebrar tabus!

Quebrar tabus e crescer internamente é a maior manifestação de poder que um ser humano pode ter, pois acredito que o ser humano que tem pleno conhecimento sobre sua anima/animus (alma), não tem o que temer. E minha vida é assim, vivida ao extremo com muita intensidade e energia…sem medo de me conhecer a cada instante e descobrir coisas novas sobre mim mesma.
Como dizia Raul: “Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante, do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo…”
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