I want it all

You know… I was thinking today about the last thing I said to my (ex) boyfriend when we broke up: “you’ll never find someone like me“. I shouldn’t have said that: first, because it was arrogant, and second, because I was the one doing the break up. And two weeks ago (from today) I learnt that he’s dating. That caught me totally by surprised, but then I got thinking that is good that he’s dating and seeing what’s out there. Not because I’m still thinking I’m the best he can get, not at all (I’m not that arrogant, not anymore rsrs). It’s just that I’ve given myself to him body and soul and wasn’t appreciated.

This particular situation, not be appreciated when you are a 100% in a relationship, is what’s making women cautious and colder, more like men, thinking about meaningless sex and men as objects.

A month ago I met a guy, nice guy, not too pretty but really nice. He tried really hard to impress me, and after the sex he kept calling. Tons of voice messages and callings. I ditched him because the sex was bad and he had a small penis.

Size matters to me.

I want it all… I want a guy that likes and respects me and is good in bed. Yeah… just that. Simple.

I had two big relationships in my life. One lasted three years and a half with a guy that loved and respected me, but was a nightmare in bed. The other lasted 10 months and the sex was amazing, but he was a dick. If only I good combine the best qualities of them.

I don’t know if I feel satisfied with half of one or the other.

Women have accomplished a lot of things so far. The right we gave to ourselves to act like a men is one of them. We’re ambitious, we want it all. But where’s the limit?

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Can’t wait

“Can’t wait to see you,
Can’t wait to feel you,
Can’t wait to kiss you,
Can’t wait to have sex with you,
Can’t wait for you.

Can’t wait to be with you,
Can’t wait to hug you,
Can’t wait to talk to you,
Can’t wait to look at you,
Can’t wait for you.”

My passion for photography

Photography is the passion of my life. I always admired the beauty of transformation that photography has. A photo has the power to transform what we see as “now” into what is “forever”. It has the essence to capture moments and feelings through the snapshots and flashes, transforming them into poetry.

I regard the photographer a poet of light. Through my camera I not only reveal why I enjoy my work, but that essence is a fundamental part of it in every photo I click. I feel that I can own the world when I have a camera in my very hands.

Someone once told me that being a photographer is the same as to be a “super-hero” because it giver others the opportunity to travel around the world without moving from where we are. In photography I have found the beauty and simplicity of life. The reason why I love to photograph is that I experience freedom and the feeling that I am myself. I have a unique perspective or very many at the same time.

I have found in photography the best way to express my vision of the world together with all its beauty and simplicity: what I feel when I photograph nature, what I feel when I photograph scenery, what I feel when I photograph architectural angles, what I feel with the beauty of black and white, what I feel with the beauty and nostalgia of sepia, what I feel with the contrast of the effect “color splash”.

Paris is one of the most beautiful cities in Europe that I have ever been to. The most beautiful one, not to mention otherwise, its bounteous tradition and culture. In august, 2009, I spent a period of 30 days in France, the best ones of the year 2009. Paris is an inspiring city, with its natural scenery, its culture its language, its wonderful architecture also known as the world’s fashion city, and its tradition in photography. It is very easy to fall in love with Paris, especially a photography’s lover.

Considering from what I have seen and from what I have searched about Spéos, besides being an internationally prestigious school, it has a great tradition in forming keen professionals. I could not impede myself to choose such a traditional school with a great name and proved quality.

The passion I have for photography is the passion I have for life. When people see me work they say I have talent. But I go far beyond that. When I contemplate my work, the pictures I take, I sort of look deeply into my soul.

she’s beautiful in any way

“Cada um tem alguem
Cada um tem algo
Cada um tem um
Cada um tem uma vida
Cada um tem um amor

Eu quero amar
Eu quero amar um amor novo
Eu quero perder o fôlego ao vê-lo
Eu quero sentir borboletas no estômago ao vê-lo
Eu quero sorrir de orelha a orelha ao vê-lo
Eu quero um amor novo

Eu querp um relacionamento
Eu quero acordar ao lado dele
Eu quero tomar café e comer torradas
Eu quero fazer as contas da casa
Eu quero ver Dr. House sentada no sofa ao seu lado
Eu quero o pacote todo!

Eu quero me apaixonar perdidamente!”

Flavia Silva

Seja do jeito que você é

Bom, eu acho que todo mundo quer um amor para a vida toda. Um amor que dure e que preencha aquele espaço dentro de si, que nós mesmos somos inaptos a fazer. Quem sabe até mesmo o conceito de “achar alguém que nos complete” venha daí, de completar e preencher esses espaços vazios com um amor erótico (eróticos no sentido de conter também a atração física), que somente um parceiro poderá preencher. Pois eu acredito que sou completa como ser humano sem a necessidade de outro, mas sei que preciso preencher esse espaço para ser completamente feliz.

Mas essa busca traz riscos. E eu sofri um deles recentemente.

A única coisa que me arrependo foi não ter seguido meus instintos. Eles me diziam para não confiar nele, que eu iria sofrer, mas não um sofrimento de término de relacionamento, mas um sofrimento de amor próprio ferido.

Eu acredito que ninguém possa me ferir a não ser que eu permita. E foi isso que aconteceu. Eu me permiti ser ferida. E eu me feri.

Não me arrependo de ter tentado, cometi muitos erros. O relacionamento teve seus pontos altos e baixos como qualquer outro, mas não deu certo. Outro conceito meu, “dar certo/não dar certo” é o seguinte: não é porque um relacionamento não durou para sempre quer dizer que não deu certo. Eu tive um namorado, Timas, e ficamos juntos por 3 anos e meio. Nós nos amávamos, e acredito que nós demos certo e fizemos bem um ao outro em determinada época de nossas vidas. O término do relacionamento terminou bem e sem mágoas, continuamos amigos até hoje e conseguimos nos ver e sair, estar na mesma roda de amigos. Ainda temos muito carinho um pelo outro.

Esse último relacionamento, vamos chamá-lo de Bicho, 12 anos mais velho, foi muito intenso. Nós nos conhecemos através de “meio inusitados”. O começo… Bom, não teve começo. Fomos indo, fomos ficando, fomos enrolando… Eu conheci a família dele, e me envolvi absurdamente, muito mais do que eu deveria. Eu estava ficando/namorando com a sua família também. Na verdade, a primeira vez que eu ouvi um “eu te amo” foi a da mãe. Voltando ao assunto, fui viajar para a Europa, fiquei dois meses por lá, ele resolveu me encontrar na Itália e ficou 1 mês comigo. Foi super romântico. Vimos o Coliseu juntos, Basílica de São Pedro, fomos à Sicília, Praga, Budapeste e Atenas. E voltamos juntos ao Brasil. Aqui as coisas mudaram bastante, o romance obviamente foi embora, os amigos aparecem de ambos os lados, e duas coisas apareceram. Uma de cada lado. Uma: ele não consegue estar com uma mulher que não seja bem vaidosa; segunda: eu não consigo estar com um cara que eu sinto que não goste de mim. Ficamos juntos por mais 2 meses até terminarmos. O término foi a pior parte.

Ele começou a beber muito, quase todo dia e a sair com os amigos e voltar de madrugada. Esquecia de me pegar quando combinávamos de sair. Eu comecei a desconfiar que ele estava me traindo. No aniversário da sobrinha dele, que ele perdeu por estar bêbado, eu perguntei ao irmão dele se ele estava me traindo, que eu estimo muito, ele titubeou… depois ficou silencioso, e me olhou nos olhos com cara de consolo. Eu comecei a chorar muito, pois não era a dor da traição que doía mais, mas sim a dor de ter permitido que essa relação ridícula perdurasse tanto tempo sabendo que eu nunca confiei e nunca iria confiar nele.

Ele obviamente negou tudo, e nunca mais me ligou.

O pior de tudo é que eu nunca soube se fui sua namorada. Eu nunca me senti amada por ele, nunca me senti valorizada, sempre senti que tinha que estar constantemente conquistando-o.

O objetivo de contar todo esse lamento é esclarecer que apesar de haver um espaço dentro de nós, um tipo de amor, que nós não podemos preencher, nem nossos amigos e pais, nos ainda podemos nos privar desse tipo de sofrimento ouvindo aquela voz, o nosso instinto (que tanto mulheres quanto homens têm).

Depois desse relacionamento odioso que tive, estou tentando ao máximo não fechar meus sentimentos, pois já sou fechada… E não quero acabar amarga e sozinha.

Quero ser feliz ao lado de alguém que me ame do jeito que eu sou. Eu já tive isso, e sei que posso ter de novo.

Por que afastas a alegria da sua vida?

O sol não quer brilhar para você…
O brilho da lua negligencia-te…
Que fizestes?
Uma turva neblina paira sobre sua aura
que permanece escura e sombria
Que fizestes?

 
Por que tu afastas o amor?
Por que convidas a solidão?
Por que abraças a depressão?
 
Seu lamento e loucura não são mais sentidos por aqueles que ainda amam
 
Vejo um futuro solitário para ti
Vejo ausência de afeto em sua vida
Vejo amargura e o frio…
 
Não tenho esperanças de mudanças
Sei que é essa vida que terás
pois [e esse caminho que estais seguindo:
Uma vida de solidão e sem amor.

"Corpo e (re)ação"

“Corpo e (re)ação”

Mãos que acariciam

Mãos que jogam

Mãos que gesticulam

Mãos que xingam

Mãos que amam

Lábios que beijam

Lábios que mordem

Lábios que falam

Lábios que xingam

Lábios que sorriem

Olhos que sorriem

Olhos que (não) choram

Olhos que seduzem

Olhos que (me) derretem

Olhos que (se) escondem